“Olá, tenho NF1. Meus pés incham um pouco no calor. Por quê? Tem a ver com a doença NF1? ” VNC de Porangatu, MT. Cara V, obrigado pela sua pergunta. Acredito que apenas o calor não seria suficiente para inchar ambos os pés: é preciso uma combinação de outros fatores. Por exemplo, permanecer sentado por […]

 

Belo Horizonte, 14 de janeiro de 2018

 

Em nome da AMANF venho prestar a nossa solidariedade à Dona Vera de Freitas pelo falecimento de seu filho Cassimiro Romero de Freitas, ocorrido em 17/11/2017. Ficamos sabendo do ocorrido somente hoje, por intermédio da associada Márcia Monteiro, por isso não estivemos presentes no velório nem no sepultamento do nosso querido Cassimiro.

Leia mais

 

A AMANF comunica com pesar que recebeu hoje a notícia do falecimento de nosso associado EDSON LUIZ GONÇALVES PEREIRA, aos 54 anos, no dia 28 de dezembro de 2017.

Edson foi membro da diretoria da AMANF e participou ativamente de nossas atividades enquanto sua saúde o permitiu.

Edson era uma pessoa de grande delicadeza e sensibilidade e foi um companheiro do qual sentiremos a falta.

Em nome da AMANF, expresso nosso pesar à família.

Dr. Lor

Presidente 2017-2018

 

JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE: MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO[1]

André Borges de Rezende[2]

Belo Horizonte

2017

 

A Constituição Federal do Brasil de 1988 (CF/88) estabeleceu entre os direitos fundamentais dos brasileiros, o direito à assistência à saúde. Infelizmente, devido à inércia do poder público no cumprimento de seus deveres constitucionais, o direito de acesso ao sistema de saúde estabelecido na CF/88 tem pouca eficácia pratica, não tendo a maior parte da população acesso real a um serviço de saúde adequado, sendo constantemente negado aos pacientes os atendimentos, os tratamentos e os medicamentos de que necessitam.

Leia mais

Amigas e amigos da AMANF e visitantes desta página,

Entramos hoje em nosso recesso anual: a AMANF volta a se reunir em 24 de fevereiro e nossos ambulatórios e consultórios voltam a atender no dia 1 de fevereiro.

Até lá, façam bom uso das informações que já estão disponíveis neste site.

Em caso de alguma urgência, enviar e-mail para rodrigues.loc@gmail.com

De qualquer forma, para aqueles que estão chegando ao nosso site, sugerimos os cinco passos fundamentais:

  • Realizar o diagnóstico com segurança com pessoas experientes em NF
  • Avaliar as complicações existentes e aquelas que podem ainda ocorrer
  • Buscar somente os tratamentos realmente necessários
  • Reavaliar anualmente se não houver sintomas ou sinais novos
  • Manter a calma para conseguirmos o melhor cuidado

Em nome da AMANF, desejo-lhes Boas Festas e um 2018 mais feliz!

Dr Lor

Conheço pessoalmente os professores e funcionários da UFMG que sofreram a injustiça de serem levados à Polícia Federal de forma coercitiva para deporem numa investigação sobre o Memorial da Anistia.

Conheço, em especial, o reitor atual, professor Jaime Ramirez, que foi orientador de uma de minhas filhas.

Tenho absoluta certeza de que estas pessoas não cometeram qualquer crime contra o patrimônio público e que a maneira como esta operação foi realizada se destina a desacreditar midiaticamente uma Universidade que tem mantido a esperança brasileira no ensino público de qualidade.

Como professor aposentado e trabalhando como voluntário no Hospital das Clínicas da UFMG, sinto-me pessoalmente atingido por estas ações arbitrárias e fora da lei.

Reproduzo abaixo o texto do nosso sindicato.

“Foi com grande indignação que a diretoria do Sindicato dos Professores de Universidades Federais de Belo Horizonte, Montes Claros e Ouro Branco – APUBH recebeu logo pela manhã, a notícia de  que o reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, professor Jaime Arturo Ramirez, a vice-reitora, professora Sandra Regina Goulart Almeida e reitores e vice-reitoras de gestões passadas da Instituição foram conduzidos coercitivamente para prestar depoimento na sede da Polícia Federal em Minas Gerais.

A ação faz parte de uma operação intitulada pela PF de “Esperança Equilibrista” e que apura irregularidades e suposto desvio de recursos públicos nas obras de construção do Memorial da Anistia Política do Brasil.

Causa estranhamento a forma como a operação foi conduzida pela Polícia Federal que, antes de notificar a UFMG, nos parece informou a imprensa transformando a ação em um espetáculo midiático, a exemplo do que ocorreu em Santa Catarina.

Tal atitude estabelece um processo de condenação pública e antecipada daqueles que foram chamados a prestar esclarecimentos, sem qualquer acusação formal.  Cria um circo em que coloca em xeque a credibilidade de uma das maiores e melhores instituições de ensino público do país e da América Latina, responsável pelo desenvolvimento de pesquisa de ponta e que possui em seu corpo docente professores e pesquisadores reconhecidos nacional e internacionalmente.

A APUBH entende que os fatos devem ser investigados, para que a verdade surja e a justiça seja feita. Porém, condena o uso da “força bruta”, na forma dos mandados de condução coercitiva, pois existem modos mais “educados” para se “convidar” uma testemunha pública, de endereço conhecido e de conduta ilibada para prestar o seu depoimento.  O uso destes mandados nos remete à conduta da Polícia no contexto do Estado de Exceção: será que estamos voltando à ditadura?  Nos últimos meses, vivenciamos uma sequência de agressões  à universidade pública, por meio de cortes orçamentários, suspensão de investimentos, culminando na ação truculenta da PF na manhã de hoje.

Neste difícil momento, por qual passa a UFMG, mais do que cores partidárias, disputas internas por poder na instituição ou em suas unidades, nós temos que nos unir em defesa dessa  Universidade que é referência na produção do conhecimento e da luta pelo ensino público, gratuito e de qualidade.”